







Rui Vasconcelos
Vozes
Inês Almeida
João Chaves
Seleção de Músicas
Maria Portela
«Taizé» © Direitos de autor reservados Appe ID (iTunes)
Hoje é dia catorze de janeiro, quarta-feira da primeira semana do Tempo Comum.
Deus é um amigo fiel. Nunca falha e nunca se impõe. Aguarda que te disponhas a acolher a sua presença e a sua graça. Esta é mais uma oportunidade para ficares na sua presença. Agradece… e começa assim a tua oração.
Escuta esta passagem do Evangelho segundo São Marcos.
Mc 1, 29-39
Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André.
A sogra de Simão estava de cama com febre e logo lhe falaram dela.
Jesus aproximou-se, tomou-a pela mão e levantou-a.
A febre deixou-a e ela começou a servi-los.
Ao cair da tarde, já depois do sol-posto,
trouxeram-lhe todos os doentes e possessos
e a cidade inteira ficou reunida diante da porta.
Jesus curou muitas pessoas, que eram atormentadas por várias doenças,
e expulsou muitos demónios.
Mas não deixava que os demónios falassem, porque sabiam quem Ele era.
De manhã, muito cedo, levantou-se e saiu.
Retirou-se para um sítio ermo e aí começou a orar.
Simão e os companheiros foram à procura d’Ele
e, quando o encontraram, disseram-lhe: «Todos te procuram».
Ele respondeu-lhes:
«Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de pregar aí também,
porque foi para isso que Eu vim».
E foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.
A casa de Simão e André converte-se, ao final da tarde, num lugar em que todos têm lugar, sobretudo os doentes e oprimidos pelo mal. E tudo começa pela anfitriã, a sogra de Simão, a quem o Senhor toma pela mão e levanta. Só assim ela poderá servir e abrir a sua casa, não só a Jesus, mas a todos aqueles que buscam uma palavra que salva.
O Evangelho apresenta uma síntese da jornada de Jesus, modelo para todas as discípulas e discípulos: a oração silenciosa pela manhã, o anúncio itinerante do Reino, a libertação do mal.
E os teus dias? São permeados pelas palavras que transmitem a esperança, pela proximidade que liberta, pelo silêncio que escuta?
Gestos, movimentos, ações: as palavras conhecem um novo valor, uma nova densidade, como se o tempo fosse breve. Continua a desenrolar-se diante dos teus olhos e dos teus ouvidos o drama da salvação: escuta-o e contempla-o.
“Foi para isso que Eu vim”: para que todos tenham vida, e vida em abundância. Fala com Jesus sobre o teu desejo de o seguir… E fala-lhe também das tantas vezes que não dás seguimento a esse desejo. Escuta-o. O que será que Ele te diz, hoje?
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.