







P. Manuel Morujão, sj
Vozes
Ana Pires
Mário Henrique Gomes
Seleção das Músicas
Maria João Sousa
«Wild Wood» © Direitos de autor reservados a Magnatune
Hoje é dia vinte e oito de setembro, segunda-feira da vigésima sexta semana do Tempo Comum.
Nestes momentos iniciais da tua oração, procura criar espaço para Deus na tua mente e no teu coração. Se houver uma pequena frase ou palavra que te ajude, repete-a devagar, tranquilamente… e começa assim a tua oração.
Escuta esta passagem do Evangelho segundo São Lucas.
Lc 9, 46-48
Houve uma discussão entre os discípulos
sobre qual deles seria o maior.
Mas Jesus, que lhes conhecia os sentimentos íntimos,
tomou uma criança, colocou-a junto de si e disse-lhes:
«Quem acolher em meu nome uma criança como esta acolhe-me a mim;
e quem me acolher acolhe aquele que me enviou.
Na verdade, quem for o mais pequeno entre vós
esse é que será o maior».
Mesmo entre os seguidores de Jesus, aconteceu uma discussão sobre quem seria o maior. A mania das grandezas não pode vir de Deus. Esta pretensão nasce do egoísmo humano, que é tão desumano. Sendo discípulo de Jesus, a tua grandeza tem de ser como a de Jesus, que veio para servir e dar a vida.
Cristo apresenta a simplicidade de uma criança como modelo dos que querem pertencer ao Reino de Deus. Os teus sonhos de grandeza são delírios de omnipotência ilusória. Deus omnipotente, na plenitude da sua revelação, faz-se um de nós, assumindo por inteiro a simplicidade da nossa vida.
A verdadeira grandeza consiste em ser generosamente grande no serviço a quem precisa de ti. É próprio do cristão evitar os pedestais ou pôr-se em bicos de pés. És grande quando te ajoelhas como Cristo, para lavar os pés a alguém.
Pede a Jesus que te ensine a sua arte de ser grande. Grande na dedicação e no serviço. Grande no amor e na entrega. Que todos os que se aproximam de ti encontrem um coração aberto e generoso, onde possam repousar e ser servidos com amor fraterno.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.