







Vozes
Joana Viana Lopes e família
Seleção das Músicas
Ana Isabel Pereira
«Vitor Duro» © Direitos de autor reservados Appe ID (iTunes)
«Daniel Estrem: Reverie» © Direitos de autor reservados a Magnatune
Vamos ficar a conhecer mais um episódio da vida de Jesus. O que ele mais queria era explicar-nos com é esse reino de Deus com o qual ele sonhava. Antes de escutares a leitura, prepara-te para viveres este episódio.
Imagina que está um dia quente e tu estás no meio da multidão, atento ao que Jesus diz e faz, porque admiras muito Jesus, pois conheces a sua bondade e liberdade.
Leitura adaptada (Mt 22, 15-21)
Os fariseus eram um grupo de pessoas que andavam sempre à procura de alguma coisa que lhes permitisse implicar com Jesus e acusá-lo de não cumprir a lei dos judeus. Um dia, enviaram alguns deles que, fazendo-se passar por discípulos, perguntaram a Jesus: «Mestre, tu, que és tão bom e tão cumpridor, e que és tão livre, diz-nos: devemos pagar impostos a César ou não?». Esta pergunta era uma armadilha, porque se Jesus dissesse que não, acusavam-no a Pilatos de desobedecer às leis romanas; mas se dissesse que sim, acusavam-nos aos judeus de aceitar os deuses romanos.
Jesus percebeu facilmente a sua má intenção e, por isso, pediu-lhes que lhe mostrassem uma moeda. E perguntou-lhes: «De quem é a cara que está gravada nesta moeda?» Eles responderam: «De César». Jesus sorriu e disse-lhes: «Então, dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus». Ficaram todos com uma cara muito enfastiada, porque Jesus não tinha caído na sua armadilha. Pelo contrário, tinha respondido de modo a deixar muito claro que Deus é Deus e o poder político é outra coisa.
É sempre assim. Na época de Jesus – como em todas as épocas – quando alguém tinha alguma coisa boa para partilhar, aparecia sempre quem estivesse disposto a estragar a festa. São os espertalhões de sempre.
É como quando vais contar uma anedota e aparece logo alguém a dizer: «essa já conheço».
Ou como quando publicas uma coisa boa e engraçada numa rede social e os comentários ficam cheios de trolls que não sabem apreciar o que querias dizer.
É como quando tentas fazer alguma coisa boa pelos outros e aparece logo alguém a criticar as tuas intenções.
É verdade, mas Jesus nunca cai nas armadilhas dos espertalhões. O que Jesus quer é que as pessoas percebam bem o que ele quer dizer. Ele fala das coisas de Deus, de como transmitir alegria, partilhar boas notícias, ajudar os outros. Tudo coisas que fazem o mundo melhor. São coisas de Deus.
Pensa se já te aconteceu alguma coisa parecida. Se alguma vez tentaram estragar a festa que tinhas preparado. Como te sentiste?
Pensa se alguma vez fizeste uma coisa destas. Se fizeste figura de espertalhão. Como te sentiste?
Não há muito para explicar. Jesus pede-nos que confiemos nas coisas de Deus de que ele veio falar-nos. Isso fará de nós boas pessoas.
Senhor, Pai bom, confio em ti e peço-te que me ajudes a fazer deste mundo um lugar mais alegre.
Senhor, Pai bom, confio em ti e peço-te que me ajudes a levar boas notícias aos outros.
Senhor, Pai bom, confio em ti e peço-te que me ajudes a estar mais atento àqueles que possam precisar de mim.